Em 2026, concelhos do distrito do Porto como Gondomar, Valongo e Santo Tirso oferecem rentabilidades brutas de arrendamento superiores às registadas na cidade do Porto, compensando preços de aquisição mais baixos.
Em 2026, concelhos do distrito do Porto como Gondomar, Valongo e Santo Tirso oferecem rentabilidades brutas de arrendamento superiores às registadas na cidade do Porto, compensando preços de aquisição mais baixos.
Em 2026, tipologias T1 e T2 lideram a procura no mercado português, sobretudo em contexto urbano, o que exige uma estratégia de preço e comunicação diferente para quem vende casas maiores.
Certidão de teor, caderneta predial atualizada, certificado energético, ficha técnica e licença de utilização são alguns dos documentos que, se não estiverem prontos, mais atrasam escrituras no Porto.
A proposta de reforma do arrendamento urbano entregue no Parlamento a 12 de agosto de 2026 limita o direito de preferência do arrendatário na compra do imóvel a contratos com pelo menos três anos de duração.
Portugal atravessa em 2026 o 11º ano consecutivo de subida dos preços da habitação desde 2015, um dos ciclos de valorização mais longos da Europa, sem sinais claros de travagem.
Com o aumento da oferta de imóveis à venda em 2026, sobretudo no segmento premium, preparar bem a casa antes de anunciar tornou-se decisivo para atrair propostas rapidamente.
Em 2026, jovens até 35 anos que comprem a primeira habitação própria e permanente ficam isentos de IMT e Imposto do Selo até 330.539€, e pagam taxa reduzida até 660.982€.
O Imposto do Selo na aquisição de um imóvel corresponde a 0,8% do valor da transação ou do valor patrimonial tributário, o que for mais elevado, e deve ser pago antes da escritura.
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