Entre a segurança da taxa fixa e o risco da taxa variável, a taxa mista tem vindo a ganhar terreno junto de quem contrata crédito habitação em 2026. O funcionamento é simples: durante um período inicial — normalmente entre 2 e 10 anos — a taxa é fixa, e só depois passa a variável, indexada à Euribor.
Esta solução responde diretamente ao cenário atual: com a Euribor sem descida prevista até 2027, muitos compradores preferem garantir estabilidade nos primeiros anos do crédito, período em que o orçamento familiar costuma estar mais apertado com outras despesas associadas à compra de casa.
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A taxa mista costuma ter um spread ligeiramente superior ao da taxa variável pura, mas inferior ao da taxa fixa a longo prazo — daí o nome de solução “intermédia”. Compensa especialmente para quem:
- Prevê uma subida de rendimento nos próximos anos e quer previsibilidade no início
- Não tem certezas sobre se vai manter o imóvel a longo prazo
- Quer proteção nos primeiros anos sem abdicar de eventual descida futura da Euribor
Antes de decidir, compare sempre a TAEG das três modalidades — fixa, variável e mista — para o mesmo montante e prazo, junto de mais do que um banco.
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