As preferências dos compradores portugueses mudaram nos últimos anos, e 2026 confirma essa tendência: tipologias funcionais, como T1 e T2, lideram a procura, sobretudo em mercados urbanos como o Porto. Ao mesmo tempo, cresce a valorização de espaços flexíveis, capazes de acomodar teletrabalho, estudo ou outras atividades complementares à vida familiar, mesmo dentro de áreas mais compactas.
Para quem tem um T3 ou T4 para vender, isto não significa desvantagem, mas sim a necessidade de comunicar de forma diferente o valor do imóvel — divisões extra podem ser apresentadas como escritório, ginásio doméstico ou quarto de hóspedes, respondendo diretamente às novas prioridades dos compradores.
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Já para quem tem um T1 ou T2, a boa notícia é clara: estas tipologias continuam a ser as mais disputadas, tanto por compradores jovens e casais sem filhos como por investidores que procuram imóveis fáceis de arrendar. Um bom home staging, que valorize a funcionalidade e a luz natural, tende a acelerar significativamente o processo de venda nestas tipologias.
- T1 e T2 continuam a liderar a procura em mercados urbanos em 2026
- Espaços flexíveis para teletrabalho ganham peso na decisão de compra
- Comunicar bem o potencial de cada divisão acelera a venda em qualquer tipologia
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