Vários anos depois da normalização do trabalho remoto e híbrido, esta forma de trabalhar continua a moldar o que os compradores procuram numa casa em 2026. Um espaço que possa funcionar como escritório, mesmo que informal — uma marquise fechada, um quarto extra ou até um canto bem iluminado da sala — tornou-se um argumento de venda tão relevante quanto o número de quartos ou a exposição solar.
Esta procura por flexibilidade não substitui os critérios tradicionais, mas soma-se a eles: boa luz natural, ligação de internet fiável e algum isolamento acústico entre divisões passaram a fazer parte do discurso de venda de muitos consultores imobiliários, sobretudo junto de compradores entre os 30 e os 45 anos.
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Para quem vende, pequenas alterações na apresentação do imóvel — como montar temporariamente uma secretária num quarto vago durante as visitas — podem ajudar o comprador a visualizar o potencial do espaço para trabalhar a partir de casa, sem necessidade de qualquer obra estrutural.
- Espaços flexíveis para teletrabalho continuam a pesar na decisão de compra
- Luz natural, internet fiável e isolamento acústico ganham destaque nos anúncios
- Um home staging orientado para esta procura pode acelerar a venda
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