A Euribor voltou a subir nos prazos mais curtos em julho de 2026: a 21 de julho, a taxa a 3 meses situava-se em 2,483%, a 6 meses em 2,688% e a 12 meses em 2,873%. Depois de uma ligeira melhoria no início do ano, a incerteza nos mercados financeiros tem pressionado novamente estes indicadores para cima, encarecendo os novos créditos habitação com taxa variável.
Para quem tem uma casa para vender, este movimento tem um efeito direto no perfil e na capacidade financeira dos potenciais compradores: prestações mais elevadas significam menor margem de negociação para muitos interessados, sobretudo aqueles com taxa de esforço já próxima do limite máximo recomendado pelo Banco de Portugal.
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Compradores mais atentos ao mercado têm procurado alternativas como a taxa fixa ou mista para se protegerem desta volatilidade, o que pode alterar os prazos de decisão e o tipo de proposta apresentada. Vendedores que compreendam este contexto conseguem antecipar objeções relacionadas com financiamento e ajustar a estratégia de negociação em conformidade, evitando surpresas de última hora com aprovações de crédito.
- Euribor a 3 e 6 meses voltou a subir em julho de 2026
- Prestações mais altas reduzem a margem de negociação de muitos compradores
- Taxa fixa e mista ganham procura como proteção face à volatilidade
A equipa Casas Porto acompanha de perto estas variações para ajudar cada vendedor a perceber que tipo de comprador está, neste momento, mais preparado para fechar negócio pela sua casa.
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