O certificado energético é um documento obrigatório em Portugal sempre que um imóvel é colocado no mercado para venda ou arrendamento — mas está longe de ser apenas uma formalidade burocrática. A classificação energética de uma casa, numa escala de A+ a F, tem cada vez mais peso na decisão de compra e no valor final de transação.
Porque importa a classificação energética
Quanto mais elevada for a avaliação energética do imóvel, maior tende a ser a sua valorização — tanto na venda como no arrendamento. Compradores e inquilinos estão cada vez mais atentos aos custos de energia a longo prazo, e uma casa com boa classificação energética representa poupanças reais na fatura de eletricidade e gás.
Benefícios de investir na eficiência energética
- Maior valorização do imóvel na venda ou arrendamento
- Possibilidade de aceder a benefícios fiscais em sede de IMI ou IMT em determinadas condições
- Acesso a condições de financiamento mais vantajosas em alguns bancos para imóveis eficientes
- Maior conforto térmico e poupança nas contas de energia
Custos e processo
O registo e emissão do certificado energético varia entre cerca de 28 euros (para tipologias T0/T1) e 65 euros (T6 ou superior), mais IVA, aos quais acrescem os honorários do perito qualificado responsável pela avaliação, reconhecido pela ADENE.
O que fazer se a classificação for baixa
Pequenas intervenções — isolamento térmico, substituição de janelas ou de sistemas de climatização — podem melhorar significativamente a classificação de um imóvel, com impacto direto no seu valor de mercado.
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