Um dos erros mais comuns entre investidores que avaliam a rentabilidade de um imóvel para arrendamento é calcular apenas a rentabilidade bruta — a renda anual dividida pelo valor de compra —, sem considerar os custos reais que reduzem significativamente o retorno líquido efetivo do investimento.
Entre os custos frequentemente esquecidos estão o IMI anual, o AIMI se aplicável, seguros obrigatórios, custos de manutenção e eventuais obras, comissões de gestão caso o imóvel seja administrado por terceiros, e ainda os impostos sobre o rendimento predial gerado, que reduzem o retorno final que efetivamente chega ao bolso do investidor.
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Um imóvel que pareça atrativo com uma rentabilidade bruta de 6% pode, depois de descontados todos estes custos, resultar numa rentabilidade líquida de apenas 3% a 4% — um valor que deve ser sempre comparado com alternativas de investimento disponíveis no mercado antes de decidir a compra. Fazer esta conta corretamente, e não apenas com base na renda bruta anunciada, é essencial para tomar uma decisão de investimento informada.
- A rentabilidade bruta ignora custos essenciais que reduzem o retorno real
- IMI, AIMI, seguros, manutenção e impostos devem ser sempre descontados
- A rentabilidade líquida real costuma ficar bem abaixo da bruta anunciada
A equipa Casas Porto calcula a rentabilidade líquida real de cada imóvel antes de qualquer decisão de investimento, com dados concretos e não apenas estimativas otimistas.
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