Muitos compradores que já possuem uma casa e pretendem adquirir uma segunda habitação — para investimento, arrendamento ou uso próprio secundário — assumem que as condições de crédito serão idênticas às da primeira compra, mas na realidade existem diferenças relevantes que devem ser consideradas antes de avançar.
Os bancos aplicam normalmente um rácio de financiamento (LTV) mais conservador para segundas habitações, exigindo entradas iniciais mais elevadas do que as praticadas para habitação própria e permanente. Além disso, os benefícios fiscais associados a jovens compradores — isenção de IMT e Imposto do Selo — aplicam-se exclusivamente à primeira habitação própria permanente, não sendo extensíveis a uma segunda casa.
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A taxa de esforço considerada pelo banco tende também a ser calculada de forma mais rigorosa nestas situações, uma vez que o comprador já tem um compromisso financeiro anterior a ter em conta na análise global da sua capacidade de endividamento. Planear com antecedência estas diferenças evita surpresas desagradáveis durante o processo de aprovação do crédito.
- LTV mais conservador e entrada inicial mais elevada para segunda habitação
- Benefícios fiscais de jovens compradores não se aplicam a segunda casa
- Taxa de esforço calculada considerando compromissos financeiros já existentes
A equipa Casas Porto ajuda a planear a compra de uma segunda habitação com total clareza sobre as condições financeiras aplicáveis.
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