Com os preços da habitação em máximos históricos, é cada vez mais comum que a avaliação bancária de um imóvel fique abaixo do valor acordado entre comprador e vendedor no CPCV. Os bancos aplicam critérios próprios e conservadores de avaliação, que nem sempre acompanham a rapidez da valorização de mercado.
Quando isto acontece, o banco financia normalmente uma percentagem do valor mais baixo entre o preço de compra e o valor de avaliação — o que significa que o comprador pode ter de reunir capital próprio adicional para cobrir a diferença, ou renegociar o preço com o vendedor.
Já sabe quanto vale a sua casa? Peça uma avaliação gratuita em 2 minutos →
Nesta situação, existem várias opções: o vendedor pode aceitar reduzir ligeiramente o preço para viabilizar o financiamento, o comprador pode reforçar a entrada inicial, ou ambas as partes podem procurar uma segunda avaliação junto de outra instituição bancária, já que os critérios variam de banco para banco.
Antecipar este risco — sobretudo em imóveis com valorização recente acentuada — e discutir cenários alternativos logo na fase de negociação do CPCV pode evitar que o negócio caia no último momento por causa de uma avaliação bancária desalinhada com o mercado.
Este tipo de informação, cruzada com os dados específicos do seu imóvel e da sua zona, é o que permite tomar decisões mais seguras e rentáveis.
Trabalhar com um consultor que acompanhe regularmente avaliações bancárias na sua zona ajuda a antecipar, com maior precisão, se o valor acordado tem probabilidade de ser confirmado pelo banco antes mesmo de o processo avançar.
Avaliação Gratuita · Resposta em 24h
Quanto vale a sua casa no mercado atual?
A equipa Casas Porto já ajudou centenas de famílias a vender no Porto pelo melhor preço.
Ou fale já connosco: WhatsApp (+351) 937 100 200 · Ligar agora · geral@casasporto.pt