O regime de garantia pública do Estado para crédito habitação jovem, que permite financiamento a 100% ao cobrir até 15% do valor da transação como fiador junto do banco, está a ter uma procura elevada. Até final de março de 2026, mais de 60% do montante total atribuído pelo Estado já tinha sido utilizado por jovens até 35 anos. A medida é válida para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2026.
Este ritmo de utilização levanta uma questão prática para quem ainda está a equacionar comprar casa este ano: quanto mais se aproxima o final do ano, maior o risco de a verba disponível se esgotar antes do prazo formal, ou de o próprio regime não ser renovado nas mesmas condições em 2027.
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Bancos como o Banco CTT e o ABANCA já disponibilizam produtos específicos associados a este regime, com spreads competitivos, na ordem dos 0,7%, o que tem tornado a compra de casa mais acessível para quem antes não conseguia juntar entrada suficiente.
Para jovens compradores que estejam a acompanhar o mercado no Porto, a mensagem é clara: quem reúne condições para se candidatar a este regime beneficia de comprar mais cedo do que mais tarde, tanto pela disponibilidade da garantia como pela tendência de subida continuada dos preços da habitação na região.
Para quem está do lado da compra, vale a pena falar com mais do que uma instituição bancária, já que as condições e a disponibilidade de verba variam de banco para banco.
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