Um erro comum em muitos contratos-promessa de compra e venda (CPCV) é fixar um prazo demasiado curto para a escritura, sem ter em conta o tempo real que o comprador precisa para obter aprovação de crédito habitação. Em 2026, entre a simulação inicial, a entrega de documentação, a avaliação bancária e a decisão final, este processo pode demorar entre quatro a oito semanas, ou mais em casos de maior complexidade.
Com as novas regras do Banco de Portugal a apertarem a taxa de esforço máxima a partir de agosto, é expectável que os bancos sejam ainda mais rigorosos na análise de risco, o que pode alongar ligeiramente estes prazos para alguns perfis de comprador. Um CPCV com prazo demasiado apertado para a escritura pode obrigar a prorrogações de última hora, gerando tensão desnecessária entre as partes.
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A solução passa por incluir no CPCV um prazo realista, alinhado com o tempo médio de aprovação bancária, e prever cláusulas claras sobre o que acontece em caso de atraso não imputável ao comprador. Um vendedor bem informado sobre estes prazos consegue negociar com mais segurança e evitar situações em que o negócio cai por mero desajuste de calendário.
- Aprovação de crédito pode demorar entre 4 a 8 semanas em 2026
- Regras mais apertadas a partir de agosto podem alongar prazos
- Um CPCV com prazo realista evita prorrogações e tensões evitáveis
A equipa Casas Porto ajuda a negociar contratos-promessa com prazos realistas, protegendo o interesse do vendedor sem comprometer a segurança do negócio.
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