Proprietários com crédito habitação a taxa variável podem, em certas condições contratuais, solicitar ao banco a alteração do indexante Euribor utilizado — por exemplo, de Euribor a 3 meses para Euribor a 6 ou 12 meses —, uma decisão que pode ter impacto relevante na estabilidade e previsibilidade da prestação mensal ao longo do tempo.
Com a Euribor a subir de forma mais acentuada nos prazos mais curtos em julho de 2026, muitos mutuários questionam-se se compensa mudar para um indexante de prazo mais longo, que atualiza a prestação com menor frequência, oferecendo maior estabilidade a curto prazo, mas também um ajuste mais lento em caso de eventual descida futura das taxas.
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Esta decisão depende essencialmente da perspetiva de cada mutuário sobre a evolução futura das taxas de juro: quem antecipa uma continuação da subida pode preferir maior estabilidade com um indexante de prazo mais longo, enquanto quem espera uma estabilização ou descida a médio prazo pode preferir manter maior sensibilidade às oscilações através de um indexante de prazo mais curto.
- É possível, em certas condições, mudar o indexante do crédito variável
- Prazos mais longos oferecem maior estabilidade, mas ajuste mais lento
- Decisão depende da perspetiva de cada mutuário sobre a evolução futura das taxas
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