A Câmara Municipal do Porto tem vindo a expandir o Programa de Arrendamento Acessível, um modelo de parceria entre a autarquia e proprietários privados que coloca frações no mercado a rendas mais baixas do que as praticadas em contexto de mercado livre, em troca de benefícios fiscais e outras contrapartidas. A novidade em 2026 é a intenção de estender este modelo também a projetos de construção nova e de reabilitação urbana, e não apenas a imóveis já existentes.
Para investidores, este tipo de programa pode representar uma rentabilidade líquida interessante quando se compara o benefício fiscal (isenções ou reduções de IMI, entre outras vantagens) com a renda ligeiramente mais baixa praticada. Além disso, reduz o risco de vacância, já que a procura por habitação a preços acessíveis no Porto continua muito acima da oferta disponível.
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A Porto Vivo — Sociedade de Reabilitação Urbana tem um papel central na gestão deste tipo de parcerias, e é o interlocutor principal para quem quer perceber os requisitos técnicos e fiscais de adesão. Para quem já tem um imóvel devoluto ou em reabilitação em zona ARU no Porto, vale a pena avaliar se este modelo se enquadra na estratégia de investimento, sobretudo perante o cenário de arrendamento cada vez mais escasso na cidade.
Se está a pensar investir em arrendamento no Porto, a nossa equipa pode ajudar a perceber se este é o caminho certo para o seu imóvel.
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