Ao decidir vender uma casa através de uma agência imobiliária, um dos primeiros dilemas é escolher entre um contrato de mediação em regime de exclusividade ou distribuir o imóvel por várias agências em simultâneo. A intuição de muitos vendedores é a de que mais agências significam mais exposição — mas a experiência do mercado mostra frequentemente o contrário.
Com um contrato exclusivo, a agência responsável investe de forma mais intensiva na divulgação do imóvel — fotografia profissional, tour virtual, destaque em portais, campanhas pagas — porque tem a garantia de receber a comissão independentemente de qual comprador surja. Em regime não-exclusivo, esse investimento tende a ser mais reduzido, uma vez que cada agência arrisca não ser aquela a fechar o negócio.
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Além disso, um imóvel anunciado em simultâneo por várias agências, muitas vezes com fotografias e preços ligeiramente diferentes, pode transmitir uma imagem de desorganização ou de desespero de venda, o que tende a afastar compradores mais atentos e a pressionar o preço para baixo nas negociações.
- Exclusividade tende a gerar maior investimento na divulgação do imóvel
- Múltiplas agências podem gerar inconsistências que afastam compradores
- Um imóvel bem posicionado por uma única agência vende geralmente mais rápido
A equipa Casas Porto trabalha com total transparência e dedicação total a cada imóvel em regime de exclusividade, maximizando o resultado final para o vendedor.
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